Algumas pessoas têm a habilidade da vidência, de enxergar fenômenos que acontecem para além da dimensão física. Este não é muito o meu caso. Meus processos de trabalho elevado sempre foram mais intuitivos, e quando mais, chego a visualizar apenas passageiros pontos de luz.
Hoje, em uma aula na faculdade, um desses pontos de luz me proporcionou uma boa experiência, que, embora singela, me fez reforçar melhor a compreensão no poder do nome de Jesus Cristo de Nazaré.
Durante a aula, uma professora comentou brevemente sobre a noção de espiritualidade como prática de vida, ligada ou não a religiões, independentemente da crença de cada um, ao que ela citou como exemplo a Jesus e Buda. No momento em que ela citou o nome de Jesus, foi quando eu vi um ponto de luz aparecer, em tom azulado, ao lado dela. Um ponto de luz simples, que rapidamente deixei de ver, mas que, compreendi, foi fruto do magnetismo gerado pela mera menção despropositada ao nome de Cristo.
Se assim é, que magnetismo não há de gerar o nome do Nosso Senhor quando proclamado com intenção? Quando louvado? Chamado com fé? Assim como Jesus Cristo É em Deus, e tudo Nele expressa O Altíssimo, também Seu sagrado nome contém a expressão Do Divino. Não há separação entre Cristo e Deus, assim como não há separação entre Seu nome e Sua essência. “O Pai e Eu Somos Um!”, já nos disse O Mestre em João 30:10.
Mais do que isso, essa experiência também foi para mim um sinal de que a vida se expressa por informações concretas, mesmo simples, e independentemente do nosso querer. Diante de desafios recentes, eu pedi auxílio a Cristo, mas ainda não estava enxergando a solução. Senti então que deveria apenas confiar nos desígnios do Pai, que através desse singelo exemplo, mostra que Ele tudo ouve e sabe, e tem o Seu propósito traçado!
Salve o nome do nosso Senhor Jesus Cristo!
